O Projeto Ecoforte fortalece redes por meio do incentivo ao manejo sustentável da sociobiodiversidade e de sistemas orgânicos e agroecológicos. Visa ampliar a produção e a oferta de alimentos saudáveis, promover a transição agroecológica, fortalecer a resiliência dos ecossistemas e gerar autonomia para famílias agricultoras, assentadas e comunidades quilombolas.
Após um rigoroso processo seletivo, nossa instituição foi uma das escolhidas para executar esse grandioso projeto nas regiões do Vale do Paraíba e Vale do Ribeira, conforme contrato de convênio firmado, disponível para consulta ...
Veja o projeto na íntegra aqui…
Resumo do Projeto:
A partir dos ótimos resultados da apicultura Biodinâmica nos assentamentos de Iperó-SP, gostaríamos de expandir esses resultados para o
assentamento de Apiaí-SP. No projeto anterior iniciamos as atividades nesse assentamento, e as famílias demonstraram interesse e
disponibilidade para continuar as atividades, porém devido às restrições de recursos financeiros, não foi possível realizarmos assistência
técnica como foi possível para atender as famílias dos assentamentos de Iperó. Por isso. queremos continuar prestando assistência para as
famílias deste assentamento de Apiaí que participaram do projeto anterior e também de instalar mais cinco novos apiários ou meliponários
para atender as necessidades da comunidade, em especial no âmbito da saúde, pois estes dois produtos das abelhas, mel e própolis, são
muito eficientes na prevenção e tratamento auxiliar de diversas doenças, além de gerar renda extra às famílias participantes.
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Demanda social e/ou ambiental:
Carência de oficinas, atividades práticas, trocas e aprofundamentos de conhecimento em plantas medicinais para a comunidade, em um
municipio onde há o Projeto Farmácia Viva para formulação de fitoterápicos, mas não há recurso para capacitações, organização de oficina
e gestão de desenvolvimento do horto. Há espaço, uma área agrícola disponibilizada pelo municipio para estas atuações no entanto não há
recurso para viabilizar as atividades continuadas e criação do horto. Demanda de produção de plantas medicinais de qualidade elevada,
com princípios ativos e formação correta das substâncias. Demanda por práticas agrícolas mais vinculadas à cultura , sustentabilidade e
desenvolvimento humano. Necessidade de inserir no SUS, práticas que promovam a saúde.Através do cultivo biodinâmico com plantas
medicinais, entende-se o ato de cultivar plantas medicinais como promoção de saúde.
Impactos e resultados esperados:
Desenvolver os conhecimentos em agricultura biodinâmica e visões da Antroposofia sobre as plantas medicinais, ampliando e
possibilitando novas percepções sobre os temas desenvolvidos. Melhoria da saúde das pessoas, envolvimento amplo e contínuo da
comunidade no projeto, garantindo a permanência do projeto. Aumento do vínculo entre as pessoas, abertura para novas atuações em
conjunto a partir do grupo formado, geração de renda em projetos associados, produção de matéria prima para o Projeto Farmácia Viva.
Disponibilizar conhecimento e as vivências em redes sociais, aumentando a divulgação do projeto.
Veja o projeto na íntegra aqui…
Resumo do Projeto:
A redução da produtividade dos solos agrícolas de regiões tropicais tem sido atribuída principalmente à erosão e à redução dos níveis de
matéria orgânica do solo. A proteção do solo com coberturas vivas ou mortas de espécies de plantas da família Leguminosae é uma das
alternativas mais efetivas no controle de sua degradação e são hoje as plantas cultivadas com maior importância econômica mundial. Como
aumento da demanda e produção insuficiente destas sementes, os preços tem se tornado proibitivos para agricultores de baixa renda. A
ABD resolver coordenar uma rede de multiplicação de sementes de leguminosas em parceria com agricultores (as) familiares e assentados
(as)da reforma agrária, já atendidos em outros projetos, em busca da independencia desses atores do mercado ,e até de uma nova forma
de geração de renda com a venda de excedentes de sementes. Nosso promeiro passo será montar áreas experimentais para conhecer as
variedades que melhor se adaptam nessas regiões.